top of page

FICHA  TÉCNICA

 

 

Urgente - Álbum de Giordano Dermeister - Lançamento: 20 de janeiro de 2020.

Produzido por Daniel Oliveira (Porão Stúdios) entre os dias 15 de junho de 2019 e 07 de janeiro de 2020.

​Co-produção de Daniel Oliveira, Américo Bernardes, Bruno Costa e Giordano Dermeister.

Bateria em "O Que Sobrou Pra Mim" e "Ichiban": Rodox

Bateria em "Urgente" e "Gasolina": Daniel Oliveira

​Backing vocais em "Gasolina": Bruno Costa

Letras, músicas, guitarras, baixo e vocais: Giordano Dermeister

Agradecimentos especiais: Américo Bernardes e Sra. Samanta Bernardes, por cederem gentilmente sua residência,

aqui na nossa cidade de Conselheiro Pena, onde realizamos todas as gravações.

Ao parceiro (que vim conhecer em razão das gravações) Guga Scherr Chaves,

por ter cedido gentilmente sua bateria Mapex, usada em todas as músicas.

Ao artista  Lucas Oliveira, que gentilmente desenvolveu a lindíssima arte da capa do Ep.

photo_2024-06-13_09-33-33.jpg
Anchor 2

LETRAS

O QUE SOBROU PRA MIM

De alguma forma sua maldade
polui todo lugar.
Reunião de todos os santos,
mas não sei pra qual rezar.
Recebi seu pesadelo,
e do horror criei um sonho.

Seu feitiço cega nossa mente.

E se num dia termina,
logo no outro começa.
E eram todos iguais,
envenenando minha paz.
Das noites que passaram, e eu vi.
Noites inteiras não dormi.

E agora você, o que será de você?
O fogo se apagou, mas depois da explosão.

Do que eu vi de você,
O que sobrou pra mim?
De longe eu vi a janela se fechar
E a porta bater.

Bola de neve vem crescendo
De uma forma anormal
Grandes porções de frio seco,
Em meio a um calor infernal.
Monstros e bruxos felizes
num jardim de flores mortas.

O sol não brilha por aqui

De todas as faces do mal
A pior, é a mais bela.
A maior de todas as dores
Está escondida atrás dela.
Sua chegada foi o eclipse
total do sol
E na escuridão, me perdi.

E agora você, o que esperar de você?
Não é o Apocalipse, só o seu credito guardado.

Do que eu vi de você,
O que sobrou pra mim?
De longe eu via janela se fechar
E a porta bater

Mas pra mim começa outra vez.
Minha mensagem é bem simples.
De um pesadelo criei um belo sonho.
Tive sua força, isso é possível

ICHIBAN


Encontrei hoje antigas cartas que escrevi,
Numa gaveta, sem querer, que fui olhar.
E junto delas, flores secas que colhi.
E que também nunca cheguei a te enviar.

Junto à folhas que caem com o vento que sopra
Também vai embora, então promessas.
O tempo congela corações, que viram pedras.
Levando embora então, promessas.

Ainda está lá o par de nomes.
O vento apaga velas,
Mas aumenta fogueiras.

Depois de redigido as cartas, não as li.
Nao recordava o que eu havia escrito lá.
Somadas vinte estações que eu não vivi.
Só cicatrizes que eu não quero mais olhar.

Você me chama pra voar, e não abre suas asas.
O medo é maior que a dor da queda
A escuridão so sai de dentro da sua casa,
Se encontrar a porta aberta.

Ainda está lá o par de nomes.
O vento apaga velas,
Mas aumenta fogueiras.

Sem direção na rua do caos.
Mas não levaram, então...

Todo esse tempo procurando anestesia
Pra uma dor que insistia em não querer cessar.
E que aumentava se eu pensasse em desistir.
Está acabado, e as marcas sempre estarao lá.

Fogo contra fogo numa guerra em ascensão,
No mesmo fogo foi forjado e imaculado
um amor perfeito.
Es ichiban.

URGENTE

Vou realinhar o quadro
alguém passou do lado e não notou.
E as portas e cadeados?
acho que não chequei, alguém trancou?

Guerra verbal eu nao entro
A arma mais letal é o silêncio ensudercedor
Uma dor que nunca morre
Lhe visita enquando dorme.

E num mosaico ele expressou
O medo em tons vintage e coisa e tal
Sem fotos, por favor.

E com mosaico ele expressou
É pânico, alegria ou só terror?
É urgente, meu senhor.

E para o bem ou para o mal
A simetria urgente infeccionou
O veneno digital
É o combustível para caos emocional

Guerra verbal eu nao entro
A arma mais letal é o silêncio ensudercedor
Uma dor que nunca morre
Lhe visita enquando dorme.

E num mosaico ele expressou
O medo em tons vintage e coisa e tal
Sem fotos, por favor.

E com mosaico ele expressou
É pânico, alegria ou só terror?
É urgente, meu senhor.

Varias pilhas de pavor
Em rota de entrega
Caixa de entrada, checou?
Permanece aberta
Sem sinal?

E num mosaico ele expressou
O medo em tons vintage e coisa e tal
Sem fotos, por favor.

E com mosaico ele expressou
É pânico, alegria ou só terror?
É urgente, meu senhor.

GASOLINA

Quando criança eu aprendi
que o remédio é pra curar.
Olhando o céu eu percebi,
nem toda noite é de lua.
Que o vento empurra a toda força
o barco a velas pelo mar.

Mas só agora eu entendi
que o coração é pra doer

A escuridão ainda é pior,
que essa neblina.
Com água sim, se apaga o fogo.
E não com gasolina.

Não serei mais confundido
por nenhuma ilusão.
Nenhum sorriso, e nenhuma
das malditas tentações.

Situações estranhas
e comuns que já passei,
Perguntas infinitas,
que as respostas eu não sei

A escuridão ainda é pior,
que essa neblina.
Com água sim, se apaga o fogo.
E não com gasolina.

E entre os muros, entre carros,
e um céu vermelho-escuridão
E esse gosto de ferrugem,
esse sabor de podridão

Que você acha que não passa
E não há nada o que fazer
E nesse estado deplorável,
o que mais falta acontecer?

A escuridão ainda é pior,
que essa neblina.
Com água, sim, se apaga o fogo.
E não com gasolina.

A escuridão ainda é pior,
que essa neblina.
Ainda vou alimentar o motor
Ainda há gasolina.

Por acaso você pensa
que eu sou de aço?
Não tenho força pra fazer
além do que eu já faço.
Mas por acaso você pensa
que eu sou de aço?

Follow us on:

  • White Facebook Icon
  • White Twitter Icon
  • White Instagram Icon
  • White SoundCloud Icon
  • White YouTube Icon

© 2023 by The Toxic Void. Proudly created with Wix.com

bottom of page